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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Youtube quer mudar imagem

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O YouTube está a testar, junto de alguns utilizadores do popular site de partilha de vídeos, uma nova imagem De acordo com vários sites especializados, a nova imagem do YouTube está a ser testada por alguns utilizadores do site, a quem a empresa está a pedir opiniões sobre a remodelação.
Segundo o blogue Engadget esta nova imagem inclui alguns pormenores que tornam o design do YouTube um pouco semelhante ao do Google+, a rede social da Google, que também sofreu algumas alterações recentemente.
Em comunicado enviado ao Engadget, um porta-voz do site de partilha de vídeos afirma que «com cada vez mais vídeos a chegar ao YouTube a todos os minutos, estamos sempre a experimentar novas formas de ajudar as pessoas a mais facilmente encontrar, ver e partilhar os vídeos que mais lhe interessam».
Ao que tudo indica, de acordo com os utilizadores que tiveram acesso a esta nova versão do YouTube, as mudanças apenas surgem na homepage do site.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Quase 2 mil pedidos de domínios marcam o fim da era .com



Já tinham sido avançados alguns dos nomes que empresas como a Google tinham submetido ao ICANN, a entidade responsável pelo registo de domínios de Internet, mas só hoje foi revelada a lista completa de quase 2 mil pedidos, mais concretamente 1.930, que se propõem acabar com o império dos tradicionais .com e marcar o maior alargamento de sempre para os endereços Internet.

O domínio de topo .app está entre os mais solicitados, com 13 entidades diferentes a solicitarem o seu registo, seguindo-se o .home com 11 pedidos, .inc também com 11, .art com 10 pedidos e .blog com nove. O .cloud e .web também estão entre os mais populares, e sem surpresas empresas como a Amazon, Apple e Microsoft tentaram garantir o registo dos domínios com o seu nome

Mas as contas do ICANN mostram que foram recebidos pedidos de 60 países diferentes, embora a larga maioria fosse proveniente dos Estados Unidos, numa lista que pode ser consultada neste link.

Portugal está também presente na lista, com a Portugal Telecom a solicitar o registo de domínios de topo com o nome das suas marcas SAPO e MEO, o que permitiria ter endereços como www.internet.sapo ou www.televisao.meo.

Os pedidos são agora sujeitos a uma consulta pública e contestação, que dura 60 dias, seguindo-se uma apreciação por um painel de avaliação, e um período de contestação que se pode estender a 7 meses. Mas as empresas e entidades que submeteram os pedidos já fizeram um esforço inicial significativo, preenchendo uma ficha de registo com mais de 300 páginas e pagando uma taxa inicial de 185 mil dólares, que ainda pode ser aumentada se houver necessidade de diligências de avaliação adicionais.

E o que acontece no caso de pedidos de registo múltiplos, com várias empresas e entidades a requererem o mesmo nome? O ICANN dá a oportunidade de resolverem o assunto entre si, com acordos amigáveis, mas como último recurso pode ser realizado um leilão, a hipótese mais provável em domínios altamente apetecíveis omo o .app ou .home.

Contas feitas a todo o processo, as primeiras ativações destes pedidos de domínios devem acontecer só em 2013.

A abertura de novos domínios de topo é histórica, permitindo o registo de domínios com qualquer palavra, em qualquer língua, e está a ser negociada há cerca de sete anos no ICANN. Com a sua aprovação abre-se uma nova era na Internet, depois do início onde pontuaram apenas cinco terminações (TLD – Top Level Domain): .com, .org, .gov, .edu e .mil, a que se juntou o .net ainda em 1984 e o .int em 1988.

O alargamento fez-se através de domínios geográficos (ccTLD), atribuídos a países, como o .pt ou .es e .uk, mas também com sete novos domínios, adicionados em 2000: .aero, .biz, .coop, .info, .museum, .name e .pro, alguns dos quais patrocinados por organizações privadas. No ano passado foi ainda aprovado o .xxx, que ficou operacional em Abril.

Durante a conferência de apresentação que decorreu em Londres, Rod Beckstrom, presidente e CEO do ICANN, afirmou que esta abertura significa novas possibilidades de negócio, novas ferramentas de marketing, novos empregos e novas formas de ligar as comunidades e partilhar a informação.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Votação do Facebook sobre privacidade foi um fiasco

A primeira votação levada a cabo pelo Facebook ao abrigo da norma (criada no fim de abril) que obrigava a rede social a colocar à consideração dos utilizadores propostas de alterações à sua política de privacidade revelou-se um fiasco. A iniciativa não reuniu a percentagem de votantes necessária para que a opinião manifestada pela maioria fosse vinculativa.

A regra - que obriga a que seja levada a cabo uma votação sempre que uma mensagem publicada pela rede social a informar das intenções de mudança tenha mais de 7 mil comentários - foi invocada por grupos de ativistas da privacidade e utilizadores. A rede social seguiu o procedimento previsto, levando o assunto a sufrágio, mas apenas 0,038% dos membros dos utilizadores responderam.

Numa votação, que decorreu online durante a semana passada, os utilizadores eram convidados a dizer se eram a favor da introdução da nova política de privacidade proposta pelo serviço ou se preferiam que fosse mantida aquela que se encontra em vigor.

Perto de 87% afirmaram ser a favor da manutenção das regras atualmente em vigor. Era, porém, necessário que 30% dos membros do serviço respondessem ao inquérito para que a opinião vencedora fosse vinculativa para a empresa.

Com a adesão de cerca de 0,038% registada - o que segundo as contas do Tecca, representa que que apenas 1 em cada 2.600 membros inscritos no serviço votou - o Facebook é livre para de ignorar a opinião manifestada pelos utilizadores. Continua, no entanto, por saber qual será a decisão da empresa.