
sexta-feira, 7 de março de 2008
Uma autentica novela real!!

O boato já era antigo, mas só agora foi confirmado: a actriz Alexandra Lencastre é irmã da jornalista da RTP Ana Ribeiro. Depois de 42 anos de espera, a pivot da estação pública conseguiu provar em tribunal que o seu pai é o mesmo da famosa actriz da TVI.
A notícia tem dado o que falar nos meios de comunicação cor-de-rosa, mas nenhuma das duas envolvidas quer tocar no assunto. Os contornos da história chegam através de um tio materno de Ana Ribeiro, que contou tudo o que sabia à revista "TV7 Dias".Alegadamente, a mãe de Ana Ribeiro, Idalina, envolveu-se com o pai de Alexandra Lencastre quando tinha 25 anos. Do romance, supostamente mantido em paralelo ao casamento com a mãe da actriz, Gisa, nasceu Ana Paula Ribeiro, apenas três meses depois de Alexandra ter vindo ao mundo. O pai de Alexandra Lencastre não quis reconhecer Ana Ribeiro como sua filha. Por isso, a jornalista da RTP foi registada como tendo "pai incógnito", segundo demonstra o assento de nascimento obtido pela revista de televisão.O assunto sempre foi um tabu familiar, mas a jornalista nunca desistiu de tentar descobrir quem era o seu progenitor. O tio de Ana Ribeiro, José Albino, conta que desde criança a pivot mostrou interesse em saber quem era o pai. "A mãe dizia-lhe qualquer coisa do pai ter morrido na guerra", narra o tio.
Ana Ribeiro, entretanto, nunca acreditou nas histórias contadas pela mãe e investigou, por ela própria, quem seria o seu pai. A mãe de Alexandra Lencastre só descobriu o fruto da infidelidade do marido quando este foi convocado para fazer os testes de ADN. Há poucas semanas, o tribunal reconheceu que o pai de Ana Ribeiro e Alexandra Lencastre é o mesmo. Até ao momento, segundo várias publicações, as irmãs ainda não se encontraram.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Aeroporto Sá Carneiro é o terceiro melhor da Europa

FONZIE - TOUR REVIVER O PASSADO SUPERA EXPECTATIVAS

A intenção desta tour era tocar em locais pequenos com capacidade entre 100 a 200 pessoas, sentir o publico o mais próximo possível e reviver os seus primeiros concertos, mas a maioria dos locais escolhidos tornaram-se pequenos devido a tamanha adesão.
Bateram-se recordes de salas onde supostamente só deviam caber 250 pessoas e se conseguiram meter 400, outras onde tiveram de ficar pessoas de fora, “pequenos acidentes” devido a tanta adrenalina no meio do publico, a participação em uníssono do inicio ao final de cada música, voltar a ver “velhos” amigos que há mais de 10a nos não encontravam em concertos, conduzir, montar, ligar, desligar, desmontar, deitar tarde e a más horas e acordar cedo para no outro dia repetir o mesmo em outra cidade, etc…, etc… em conclusão, foi para eles, não só um reviver o passado, mas um regresso ao futuro.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
THE VICIOUS FIVE APRESENTAM NOVO CD

The Vicious Five voltam com "Sounds Like Trouble", um disco novo gravado directamente do pulso das ruas de Lisboa à noite e de uma nova geração de putos que vai, outra vez, deixar o poder preocupado. Este disco é a banda sonora de quem vai sair de casa, do conformismo, da escola, do trabalho, do sofá, do barco, do desemprego ou do armário. Este disco é um "Que se f****!" em stereo, desenhado para estádios, tocado em clubes, dançado nas ruas e ouvido nos phones. Punk de arena, é o que isto é, meus senhores.
Mais alto que nunca, The Vicious Five saem do estúdio e voltam à estrada.
Quem já os viu sabe que normalmente é preciso levar uma muda de roupa para depois do concerto. Quem os vai conhecer só agora, preparem-se! Os miúdos estiveram parados seis meses, trancados na garagem e depois no estúdio... suspiro... 5 bonecos de corda com a corda toda, à espera do momento certo para serem largados.
7 de Março no LUX, às 22h00, os bonecos vão ser largados. A entrada é livre e a noite vai ser longa. Tragam sapatos confortáveis e alonguem antes de começar a dançar, não querem que uma cãibra ou um joanete vos estrague a noite, pois não?"
"Sounds Like Trouble", que é editado a 10 de Março (2ª f), é o 2º longa-duração da banda que promete continuar a espalhar o evangelho da festa e da revolução individual.
14 de Março – Alfa Bar – Leiria
21 de Março – Tertúlia Castelense – Maia
29 de Março – Siga para Bingo – Braga1
1 de Abril – Ar de Rato – Coimbra1
8 de Abril – ZDB – Lisboa
19 de Abril – Plano B – Porto
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Manuela moura Guedes, cara de travesty
Olhos enterrados, "maças" bem redondas, e labios grossissimos... autentico!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Freamunde-Acapulco

Números do cinema em Portugal

Por um lado, temos um grande êxito que consegue disputar os primeiros lugares do pódio apesar de ter sido devastado pela crítica: em anos anteriores sucedeu com «O Crime do Padre Amaro» e «Filme da Treta», em 2007 deu-se com «Corrupção», o filme que João Botelho recusou assinar por conflitos com o produtor quanto à montagem final. Garantindo o 13º lugar com 228 mil espectadores, é um «score» assinalável, embora muito longe daquele que o produtor considerou publicamente necessário para rentabilizar uma produção feita sem o apoio do Estado. Mesmo assim, é o terceiro filme nacional mais visto dos últimos 30 anos, imediatamente a seguir aos dois acima citados.
Segue-se, no 69º lugar, «Call Girl», de António-Pedro Vasconcelos, com mais de 56 mil espectadores, mas com dados que reflectem apenas os primeiros cinco dias do filme em cartaz (estreou a 27 de Dezembro de 2007), tendo averbado até à data mais de 200 mil bilhetes vendidos.
Por outro lado, todos os restantes filmes nacionais tiveram performances bem mais modestas que os primeiros cinco dias da fita com Soraia Chaves: «O Mistério da Estrada de Sintra», de Jorge Paixão da Costa (98º lugar, 29 mil espectadores), «Dot.com», de Luis Galvão Teles (112º lugar, 27 mil espectadores), «A Outra Margem», de Luis Filipe Rocha (149º lugar, 12 mil espectadores), «Julgamento», de Leonel Vieira (157º lugar, 10 mil espectadores), «Atrás das Nuvens», de Jorge Queiroga (169º lugar, 9.529 espectadores), o documentário «Torre Bela», de Thomas Harlan, efectuado a seguir ao 25 de Abril (201º lugar, 4.535 espectadores), «O Capacete Dourado», de Jorge Cramez (202º lugar, 5.149 espectadores – as tabelas do ICA são escalonadas por valores de receitas e não por espectadores daí que, no final das mesmas, os valores nem sempre sejam equivalentes), «Belle Toujours», de Manoel de Oliveira (207º lugar, 4.096 espectadores), «Suicídio Encomendado», de Artur Serra Araújo (225º lugar, 2.829 espectadores), «Floripes», de Miguel Gonçalves Mendes (227º lugar, 2.230 espectadores), «Body Rice» (230º lugar, 2.946 espectadores), e, talvez a posição mais surpreendente de todas, o documentário sobre o fenómeno que foram os Heróis do Mar, «Brava Dança», no 252º lugar, com apenas 1.158 espectadores. Isto sem contar com «A Vida Interior de Martin Frost», de Paul Auster, de produção nacional, cujos 8.160 espectadores lhe valeram o 176º lugar do ranking, e «Fados», de Carlos Saura, em co-produção com Espanha, na 93ª posição com 31.853 espectadores.
Musica Pimba versão inglesa
The blue ocean by Eduardo Mourato.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
A Naifa vai ter novo álbum




